
Receita de pastel de feira de são paulo
Pastel de feira de São Paulo feito em casa, crocante e dourado. Aprenda todos os truques para surpreender seu paladar agora mesmo!
Ingredientes
- 3 xícara farinha de trigo
- 1 colher de sopa cachaça
- 1 colher de sopa óleo vegetal
- 1 colher de chá sal
- 1 xícara água morna
- 500 grama carne moída ou queijo muçarela para o recheio, use a gosto
- 1 unidade ovo opcional, para pincelar
- 500 ml óleo para fritar
Modo de Preparo
Preparo da massa
- Em uma tigela, coloque farinha de trigo e o sal. Misture bem.
- Abra um espaço no centro e adicione a cachaça, o óleo vegetal e a água morna aos poucos.
- Mexa com uma colher até começar a unir, depois sove com as mãos até obter uma massa lisa e homogênea.
- Cubra a massa com um pano e deixe descansar por 20 minutos.
Montagem dos pastéis
- Divida a massa em porções e abra cada uma com o rolo, até ficar bem fina.
- Corte a massa em retângulos ou discos, conforme desejar o formato do pastel.
- Coloque o recheio escolhido (carne moída refogada ou queijo muçarela) em uma das metades.
- Molhe as bordas com água ou ovo batido para ajudar a selar.
- Feche o pastel e pressione as bordas com um garfo para selar bem.
Fritura
- Aqueça o óleo em uma panela funda até ficar bem quente (aprox. 180°C).
- Frite os pastéis aos poucos, virando para dourar dos dois lados.
- Retire com cuidado e deixe escorrer sobre papel absorvente.
- Sirva quente para aproveitar toda a crocância!
Informações adicionais
O pastel de feira de São Paulo conquistou milhares de fãs por sua massa crocante e recheios variados, tornando-se símbolo da culinária de rua brasileira. Preparar essa receita em casa permite liberdade de personalização e garante aquele sabor irresistível das feiras paulistanas.
Dicas essenciais para um pastel perfeito
- Use cachaça na massa: esse ingrediente é o segredo da crocância, pois ajuda a evaporar o álcool rapidamente na fritura, criando bolhas e deixando o pastel sequinho.
- Abra a massa no ponto certo: deve ficar fina, quase translúcida, para garantir textura leve e fritura uniforme.
- Evite massas estouradas: não sobrecarregue de recheio e sele muito bem as bordas com água ou ovo batido, pressionando com um garfo.
- Óleo sempre quente (180°C): se colocar um pedaço de massa e borbulhar instantaneamente, está na temperatura ideal. Pastéis mergulhados em óleo frio ficam encharcados.
Variações, recheios e acompanhamentos
Solte a criatividade! Recheios clássicos como queijo muçarela, carne moída, pizza (muçarela, tomate, orégano), palmito e até versões doces como banana com canela ou chocolate fazem sucesso. Sirva acompanhado de molho de pimenta artesanal, limonada ou caldo de cana para uma experiência completa de feira.Conservação, preparo e rentabilidade
- Sobre o armazenamento: a massa pode ser mantida enrolada em plástico filme na geladeira por até 2 dias. Os pastéis recheados crus podem ser congelados por até 1 mês, desde que bem vedados.
- Dica para quem quer vender: por seu baixo custo e rápida produção, o pastel pode ser uma ótima fonte de renda extra. Capriche na apresentação e ofereça opções variadas para agradar a todos os públicos.
Equipamentos e utensílios recomendados
- Rolo de massa: facilita abrir a massa de maneira uniforme.
- Cortador de massa ou faca afiada: para formatos padronizados.
- Termômetro culinário: garante a temperatura ideal do óleo (opcional, mas muito útil).
Tabela nutricional (aproximada por unidade)
- Calorias: 255 kcal
- Carboidratos: 22g
- Proteínas: 7g
- Gorduras totais: 14g
- Sódio: 350mg
FAQ – Perguntas Frequentes
- Posso substituir a cachaça? Sim, por vinagre na mesma quantidade. Ambos garantem crocância, mas a cachaça é mais tradicional.
- Como evitar pastéis encharcados? Certifique-se de que o óleo esteja bem quente e evite fritar muitos ao mesmo tempo.
- Posso usar outros recheios? Claro! Atum, frango, legumes refogados, presunto com queijo, ou versões doces, todos funcionam bem.
- Dá para assar no forno? O resultado não fica tão crocante, mas é possível assar: pincele azeite e leve ao forno bem quente até dourar.





